Um café, por favor...te pago amanhã

Tô sem saco pra blogar...desculpem. Mas hoje vou postar uma coisinha só pra provar que o tal de mundo não se acabou. De novo. 6/6/6. O número da besta. Da besteira. Tsc tsc. E ainda tem gente que vai buscar explicações metafísicas, históricas pra essa bobagem. Até as moedas do Japão entraram na história...dizem que somados, todos os valores daquelas moedinhas totalizam 666. Bom, até que faz algum sentido, já que pra mim dinheiro é igual a capitalismo que é igual a demo que é igual a besta. Quanta besteira. A China tinha que ser do contra. Lá, 666 é número de sorte. Falando nisso, os banqueiros do jogo do bicho devem ter condenado essa centena hoje (pra quem não sabe, “condenado” é o número proibido nas apostas devido à sua grande probabilidade de ocorrer). Se bem que, se o mundo acabar, o que o ganhador faria com o dinheiro?
Legal tudo isso. Já houve outras tentativas de marcar data e hora pro tal mundo se acabar. Teve gente se despedindo, fazendo um monte de besteira e depois foi pra rezar para que o troço acabasse mesmo, senão, no bom latim: enrabatus est. E não acabou.
Várias músicas traduzem essa coisa de fim do mundo. Algumas centenas de textinhos ridículos como este já trataram do assunto em outras ocasiões de ameaças apocalipticas. Poemas, poesias, contos, continhos, contões, novelas, filmes e tudo o que se possa imaginar em termos de manifestação e expressão.
Já pensaram mesmo se o mundo terminasse hoje, às vésperas da copa? Não, não...se Deus é mesmo brasileiro, não vai fazer isso. Ah...falando em futebol, uma boa imagem pro fim do mundo seria o galvão bueno apontando pro centro da terra e esbavejando... “acabou, acabou”. Mas antes disso, vou olhar pra todos meus credores e mostrar o dedo do meio pra eles. “Te pago amanhã, se Deus quiser”.
Por outro lado, seria bom uma ressetadinha no mundo. Ta tudo tão doido mesmo que um control-alt-del até que poderia ajudar. Não, não...do jeito que tá, só formatando a máquina.
Sou uma besta mesmo. Quanta bobagem. É o fim do mundo.
Entre tantas coisas feitas sobre o tema, fico com a canção do Eduardo Dusek:
NOSTRADAMUS Naquela manhã Eu acordei tarde, de bode com tudo que sei, ascendi uma vela abri a janela, e pasmei
Alguns edifícios explodiam pessoas corriam eu disse bom dia e ignoreeei
Telefonei Prum toque tenha a qualquer E não tinha Ninguem respondeu Eu disse: Deus, Nostradamus, forças do bem e da maldade, vudoo, calamidade, juizo final Entao es tu
De repente na minha frente A esquadria de alumínio caiu junto com vidro fumê O que fazer? Tudo ruiu Começou tudo a carcumer Gritei, ninguém ouviu, e olha que eu ainda fiz psiu!
O dia ficou noite O sol foi pro alem Eu preciso de alguém vou até a cozinha encontro Carlota, a cozinheira, morta
Escrito por Jairo S. às 09h46
[]
|